Moçambique na Bienal de Veneza

Pela segunda vez no espaço de quatro anos, Moçambique participa de 11 Maio a 24 de Novembro, na 58ª na  Bienal de Veneza.

A participação de Moçambique neste certame artístico cultural, insere-se, no âmbito da internacionalização das artes e dos artistas moçambicanos, bem como na prospecção e fortalecimento de mercados internacionais para os produtos artísticos e criativos, um princípio enquadrado na política de incremento da indústria cultural e criativa robusta e competitiva.

Para o efeito, representam o nosso País, conceituados artistas nacionais, que já deram mostras da grandeza do génio artístico e criativo dos moçambicanos, através da sua participação em eventos similares e com obras em Museus, Galerias e Colecções em vários países do Mundo.

Trata-se de Gonçalo Mabunda, que se celebrizou com os seus trabalhos na base da transformação em obras de arte; Mauro Pinto, um jovem fotógrafo e Filipe Branquinho – artista plástico, ilustrador e retratista.

O Pavilhão de Moçambique é Comissionado pelo Ministro da Cultura e Turismo, Silva Dunduro, e tem como tema: The Past, The Present and The in Between (O Passado, o Presente e o que há no meio). Abu Dhabi Securities e

Neste âmbito, encontra-se de visita a Moçambique, no período de 24 a 27 de Março,  a Curadora Lidija K. Khachatourian que tem o conceito e todo o formato da exposição, bem como dos artistas envolvidos neste evento, para a selecção das obras e arranjos finais com os expositores nacionais que farão parte do evento.

Para a participação neste evento, o nosso Governo assegurou já os custos do uso do pavilhão, transporte e acomodação dos artistas em Veneza e conta também com os apoios da África Legal Network, da Akka Project, e da Abu Dhabi Securities e do empresariado nacional.

Texto: RM e Viva 

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