Interdita seita que promovia uniões prematuras em Tete

O governo do distrito de Angónia, em Tete, encerrou as actividades de uma seita religiosa, originária do Malawi, que fomentava uniões prematuras, cujos autores eram adultos que professam a referida religião.

Tais adultos, segundo a Rádio Moçambique (RM), alegavam ter sonhos divinos que ilustravam a rapariga com a qual poderiam se juntar e casar.

“No dia seguinte era obrigatório que a menina com a qual sonhou, se juntasse com o referido homem e que maior parte das vezes, resultava na prática da poligamia, sendo a terceira ou quarta esposa”.

Em face dos factos, Joaquim Cherene, administrador de Angónia explicou à RM que “tivemos que extinguir a seita porque ela não tinha bons princípios e não estava registada. Nós dissemos, vão se organizar e depois compreenderam porque nós trabalhamos com a lei. Todos os princípios que ferem a nossa Constituição, pedimos que possam rever e recuperamos também a própria rapariga que havia sido entregue a um idoso”.

Foto: Jornal Notícias

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