Robson Bar – Sabor a triplicar: Música ao vivo, bebida e descontração.

Desde Dezembro de 2011 que o Robson’s Bar se tornou referência para quem busca música ao vivo, bebida e bom ambiente para descontrair. O espaço pertence à brasileira Ely Alves que, ao lado da sócia e amiga Fernanda Machado, abriu o Robson’s Bar.
O nome atribuído não veio ao acaso. Robson é também nome de um jovem músico brasileiro, conhecido no mercado já há vários anos e por sinal marido de Ely. Combinação melhor não podia haver. O talento e a experiência dariam êxito aos propósitos ora pretendidos. Até porque, durante seis anos, este músico actuou no Bruxa’s Bar, em Lisboa. Antes disso, Robson passou pelo Brasil, sua terra natal, onde também tocou em bares.
Chegado a Moçambique há quase uma década, o jovem músico brasileiro passou por vários bares, mas fazia-lhe falta um espaço próprio e foi assim que nasceu o Robson’s Bar.
Além de bebida, a casa oferece música ao vivo afro-brasileira, e conta com a participação de músicos moçambicanos, como Tânia Tomé, Roberto Isaías, Doppaz, o brasileiro Madeira. Mas quem comanda mesmo a noite é o próprio Robson.
“O casamento entre a música ao vivo e o bar cria um ambiente descontraído no espaço. Quando o Robson começa a actuar, a noite vira porque além de cantar, ele entretém o público”, revela Ely Alves, para de seguida o seu marido acrescentar que “eu chamo o público ao palco, ou então eu vou até ele e crio brincadeiras. São momentos inesquecíveis. Isso suscita um envolvimento com os clientes, que acabam desejando passar toda a noite aqui”.
Aquando da abertura do Robson’s Bar, o objectivo era que este fosse um espaço onde se ia para conversar com amigos, comemorar um aniversário, e a música funcionaria como concerto nocturno. E assim aconteceu.
Quarta-feira é dia do Karaóke executivo, pelo facto do bar ser frequentado também por pessoas que normalmente saem dos seus postos de trabalho e escolhem este lugar para terminar o dia. O Karaokando com o Robson, está reservado para quinta-feira, e logo no dia seguinte é a vez de o músico actuar em ritmo afro-brasileiro. Os clientes têm a possibilidade de ver e ouvir os seus desejos atendidos, pois são os dias- ‘pede que eu canto’.
Além da música, estas pessoas querem bebida. Um whisky velho, cerveja caiem bem, mas o forte mesmo é a caipirinha.
“As pessoas associam o facto de ser uma casa de brasileiros, e logo subentendem que a caipirinha é das melhores. Assim esta acaba sendo a bebida mais solicitada”, explicou Robson Alves
Mas porque a noite é longa e saco vazio não pára em pé, vale a pena provar o prego no pão ou a tosta que, embora sejam os únicos pratos servidos na casa, sempre caem na boca dos clientes, e nunca faltam no bar.
“O nosso lema é a rapidez, queremos que o cliente seja logo atendido”, explicou uma das sócias, Ely Alves.
O espaço tem capacidade para atender pouco mais de 100 pessoas, uma quantidade que a sócia considera ideal e pode oferecer igual atenção a todos.
“Penso que um espaço maior implicaria uma queda na qualidade de serviço. Dificilmente conseguiria tornar-me amiga dos clientes e eles meus. Nós queremos tornar-nos família”, disse Ely
“Prova disso é que nunca fizemos nenhum tipo de publicidade do bar. Lutamos para que o cliente se identifique com o espaço, e assim o recomende aos demais”, acrescentou o seu companheiro, Robson Alves.

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