MUTUMBELA GOGO COM NOVA PEÇA TEATRAL

A obra que junta humor, crítica social e alguns traços da cultura moçambicana, como a dança makweala e cânticos populares intitula-se  “A Máquina Extraviada”, adaptação do conto do escritor  brasileiro José Veiga.

A encenadora da peça e directora do mais antigo grupo teatral em Moçambique (30 anos de existência) Mutumbela Gogo, Manuela Soeiro, afirmou que é sempre um desafio fazer uma adaptação. “ O Nosso trabalho foi adequar o conto à realidade moçambicana”.

A história de “A Máquina Extraviada” decorre numa pacata cidade que vê a sua tranquilidade acabar com a chegada de uma máquina, um estranho objecto, deixado no lugar mais movimentado da urbe. Algum tempo depois o engenho passa a ser ponto de encontro para quase todo o tipo de eventos, bons e maus, o que contribuiu para que lhe atribuam poderes divinos e diabólicos.

A sua estreia está marcada para sábado, no Teatro Avenida, cidade de Maputo, e enquadra-se nas celebrações dos 30 anos do grupo que este ano se assinalam.

O elenco é composto por actores consagrados, entre eles Adelino Branquinho, Graça Silva e Jorge Vaz que partilham a sua experiência com os jovens como Flávio Mabote, Deise Manjate, Arlindo Macatane e Osvaldo Mboene.

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