Músicos cancelam concertos em Israel

Vários músicos anunciaram o cancelamento dos seus concertos em Israel  na sequência dos protextos que se seguiram a declaração polémica de Donald Trump de transferir a embaixada norte-americana de Telavive para Jerusalem, entre eles destacam-se Elvis Costello, Lauryn Hill  os Gorillaz  e muito recentemente a cantora neozelandesa Lorde.  A  cantora neozelandesa anunciou o cancelamento do concerto que tinha agendado para Telavive, Israel, no próximo mês de junho. O espetáculo foi cancelado apenas uma semana após ter sido anunciado, e após Lorde ter recebido várias cartas e mensagens de ativistas pela causa Palestiniana.

Lorde explicou ter tido “várias conversas com pessoas com opiniões diferentes”, e chegou à conclusão que “o melhor, nesta altura, é cancelar o espetáculo”.

“Não me orgulho de admitir que não tive o melhor dos discernimentos [ao anunciar um concerto em Israel]”, rematou.

Miri Regev, ministro da cultura de Israel, ainda tentou demover a cantora da sua decisão, mas sem sucesso. “Lorde, espero que possas ser uma ‘heroína pura’, como o título do teu primeiro disco. Uma heroína da cultura pura, livre de considerações políticas estrangeiras e ridículas”, disse.

Na mesma medida em que a decisão de Lorde foi saudada por diversos ativistas pró-Palestina, são várias as organizações e indivíduos pró-Israel que criticaram a cantora – como a comediante norte-americana Roseanne Barr, que a apelidou de “racista”, apelando a um boicote a Lorde.

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