Royal Swazi Spa:Um encanto a desfrutar

«A nossa prioridade é sempre servir ao hóspede. Esta deve ser a sua casa. A nossa pretensão é ser um grande grupo de hotéis no continente, e até a escala mundial. Acreditamos na inovação constante, e sempre tentamos garantir algo a mais em cada um dos nossos destinos». Defronte ao maior empreendimento turístico em Manzini, Bonakele Mashazi fala com orgulho estampado em seu rosto da rede de hotéis a que representa, a Sun International.

Este é um grupo sul-africano de hotéis, fundando em 1979, estando já representado em oito países, nomeadamente o Botswana, África do Sul, Swazilândia, Chile, Lesotho, Namíbia, Zâmbia e Nigéria.

Há alguns anos que este grupo ergueu no Reino da Swazilândia um complexo hoteleiro, a Royal Swazi Spa, que contempla dois hotéis, o Royal Swazi Spa Hotel e o Lugogo Sun, ambos localizados no vale de Ezulwini.

A distância entre estes é de apenas 5 minutos, separação esta encurtada por um transporte que é cortesia da casa. Os dois hotéis encontram-se misturados a um verde infinito, sendo que a diferença vai residir apenas na idade dos hóspedes que cada um recebe.

Enquanto o Lugogo Sun, inspirado no nome de uma montanha local está especialmente equipado para ter como hóspedes crianças, o Royal Swazi Spa Hotel preocupa-se com os mais velhos, que buscam no complexo, dias de intenso relaxamento, tranquilidade, ou então escolhem este como o lugar ideal para tomar decisões importantes, fechar grandes negócios, etc.

Um complexo em dois mundos

Com 149 quartos com uma vista inacabável a um verde vivo feito um tapete de um campo de futebol, o Royal Swazi Spa Hotel está edificado entre gigantescas árvores, com uma decoração de pequenos cursos de águas límpidas. De longe, a vista é coberta por uma cadeia montanhosa que caracteriza esta pequena monarquia.

Enquanto isso, 202 cômodos fazem o Lugogo Sun, um lugar com um ambiente agradável, mais informal, quartos equipados especialmente para crianças. Os petizes dispoem de um restaurante, campo de esportes, bem como de uma boutique e loja de livros. São lugares e tratamentos que entretêm os pequenos hóspedes, permitindo que os pais desfrutem da comodidade do resort sem nehuma preocupação adicional.

O Royal Swazi Spa é um autêntico complexo que inclui uma sala de conferências, casamentos e centro de banquetes que acomoda até 500 pessoas em auditório, e 650 no salão de banquetes. Acção, diversão, descontração são buscadas num campo de golfe que existe dentro do complexo.

Os amantes de velocidade podem desfrutar de uma pista de motos de quatro rodas. O exercício exige muita prática, força e habilidade, pois a corrida não é só feita em pista, o desafio é também encarrar uma estrada complicadíssima em terra batida.

Quem não se garante no esporte radical, talvez opte por despender dinheiro no casino, ou então cuidar da sua saúde física e espiritual no luxuoso Camelot Health Spa, que oferece uma diversidade de tratamentos de saúde e beleza, contando também com um ginásio, sauna e piscina.

Ou então porque não revisitar a cultura Swazi, num espaço com capacidade para 180 pessoas, onde elas podem realizar eventos culturais e resgatar as memórias deste povo conhecido pelas suas tradições e preservações culturais.

Uma viagem turística entre as cadeias monhanhosas

O complexo Royal Swazi Spa não é apenas hoteleiro, mas também turístico, incluindo assim em seu leque de actividades, passeios turísticos com os seus hóspedes.

Um dos incontornáveis e indispensáveis destinos é a Aldeia Cultural de Mantenga, no Vale do Ezulwini, situado na Reserva Natural de Mandenga. Aqui estão ainda patentes as tradições, danças, culturas, cantos, crenças swazis. É numa pequena aldeia, onde as habitações são cabanas expostas umas em frente às outras. Um lugar onde os visitantes observam o dia-a-dia de um típico swazi. Eles têm contacto com o estilo de vida swazi, e aprendem sobre a cultura e as tradições locais. Quem se considere apologista da ideia de emancipar a mulher, com certeza que a visita a esta aldeia o causará um choque instantâneo.

«Na nossa cultura, as mulheres aprendem desde cedo que devem sempre ser submissas ao homem. Na nossa tradição nunca se deve ouvir a frase ‘mulheres em primeiro’, mas sim ‘homens em primeiro’. Ninguém vai contra estas regras. Essa é a nossa cultura, o que identifica um típico swazi». Revela aos visitantes, o responsável pela aldeia, durante a sua explanação sobre a vida nesta vila.

Dependendo da época em que o vistante se fizer a este país poderá ter a sorte de acompanhar o “Umhlanga”, uma cerimónia que acontece anualmente, onde entre milhares de mulheres virgens que dançam e desfilam para o rei, ele escolhe uma que passa a ser a sua mais nova esposa.

 

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